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08/02/2018 15h06

Presidente Maia ainda mantém diálogo sobre acúmulo de pensões e transição de servidor

Roberto Carvalho | 15/02/2018 18h15
Em primeiro lugar deve-se saber quais os bancos privados serão beneficiados com seus planos de previdência complementar e quanto receberão os defensores que rasgarão a Lei Áurea em nome de um presidente totalmente desprovido de honestidade. Quantos brasileiros vivem acima dos 65 anos de idade e quantos morrerão em suas mesas de trabalho e não sentirão o cheiro da aposentadoria. Em uma republiqueta como a nossa jamais pensariam que caso ninguém se aposente, não surgirão vagas no mercado de trabalho e que para um país crescer é preciso que seus trabalhadores recebam bons salários.
luiz carlos malinowski | 15/02/2018 14h30
Sem uma transição os servidores terão que trabalhar até 65 de idade com 49 anos de contribuição.
cintia | 15/02/2018 09h10
E como fica a aposentadoria dos agentes políticos do executivo, legislativo e judiciário? Simples: as regras nunca valem para eles! Incrível né? É fácil redigirem propostas de corte de direitos, desde que eles não sejam prejudicados. Ao contrário, ditam as regras de seus próprios reajustes de salários, aposentadoria e outros privilégios absurdos. Os cortes, as reformas só prejudicam e fazem sangrar o povo trabalhador brasileiro. Objetivo? Marginalizar e submeter a sociedade, achatar os seus direitos, enquanto poderosos esbajam o dinheiro público, a custa do descaso com o sofrimento do povo.
André Sarmanho | 14/02/2018 16h04
Essa reforma deve respeitar o direito adquiriro de todos os cidadãos,sem trabalhadores da iniciativa priva quanto servidores públicos,pois já foram feitas três reformas anteriores e se está tentando destruir tudo com essa nova reforma.Entendo que todos os trabalhadores que estão hoje na ativa estão confiantes de que vão se aposentar pelas regras constitucionais em vigor na época em que começaram a trabalhar e não por regras modificadas e impostas aos 90 minutos do término do jogo.O que é isso?Será que a CF/88 pode ser rasgada a toda hora,por conveniências e sem planejamento justo?
Marco Antônio de Oliveira | 13/02/2018 14h52
Este é o primeiro texto que leio que não fala de "privilégios". Como falar de privilégios de outros se eles próprios são cheios deles. Transição leve e tranquila mas isso não é resposta objetiva, ninguém sabe o que realmente vai acontecer pois o texto é muito complexo, Espero que esta reforma não passe agora e nem nunca. FORA TEMER!!!
Juares | 13/02/2018 09h40
Os deputados que estão de saída, não tem condições de votar nada importante. Tudo que for feito agora vai gerar muita polêmica pela falta de credibilidade, desonestidade e vontade de se esbaldar com dinheiro público dessa câmara desacreditada. Fiquem quietos, voltem para seus estados que o país anda melhor sem o sua inteferência doente.
Daniel Felix Santana | 10/02/2018 15h37
Mentira, essa reforma, se os políticos estivessem tão preocupados com o povo não haveria tanto interesse em se aprovar qualquer medida a respeito. o interesse desse governo é outro muito mais obscuro. Um governo que é e esta cercado por malfeitores de todas espécies se preocuparia em fazer algo de bom para o povo em geral. Ele esta a serviço de entidades tenebrosas.
tamara cristina de carvalho | 08/02/2018 22h45
Essa questão sobre limitar o acúmulo de pensões e aposentadoria é um absurdo! Esta alteração jamais poderá ser aprovada!
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