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07/02/2018 14h18

Relator anuncia mudanças na reforma da Previdência; governo quer votar o texto até o fim deste mês

Mmaria Cristina Cordeiro Dellatorre | 14/02/2018 18h50
É uma mudança constitucional que altera a vida das pessoas, independente da idade ou tempo de serviço, durante mais de um ano foi defendida a aprovação integral de um texto, e agora são negociadas as mudanças em função do número de votos a serem obtidos com as mudanças. ´E uma forma de se tratar iguais de forma diferente, em função do poder de grupos, e tais mudanças ocorrem a poucos dias da data marcada para a votação. Quando se contribui durante décadas para a aposentadoria não é possível que os interesses e direitos das pessoas sejam negociados assim, tal proposta não pode ser aprovada.
Nanci Cardoso | 14/02/2018 17h55
Servidores Públicos Federais tem que cumprir 4 requisitos para aposentadoria após a reforma de 2003, inclusive idade mínima independente do tempo de serviço. Tenho 54 anos, 30 anos de efetivo exercício que completei em outubro passado, 30 anos no cargo/carreira e ainda não posso me aposentar porque a idade mínima é de 55 anos de idade. Vejo muitas falácias pelos parlamentares em relação aos servidores e sinto pela falta de consideração que o Brasil tem com aqueles que auxiliam muito para a máquina pública funcionar, além de que minha contribuição é de 11% sobre o vencimento bruto.
Claudia Helena Tagliaro | 14/02/2018 14h03
Concordo que a idade mínima é necessária, considerando que a população aumentou a expectativa de vida. Mas não se muda a regra do jogo no meio do caminho, nem para a idade e nem para o teto. Muda-se para os novos contratados e se estabelece uma fórmula baseada na expectativa de vida. Quanto as pensões por viuvez, acho covardia reduzir o ganho da família quando ela mais precisa. Entretanto, acho necessário cortar aposentadorias e pensões acumuladas, vigentes e futuras, que ultrapassem o teto de R$ 33,7 mil. Acho que é improvável que uma família não consiga viver bem com 33 mil reais por mês.
JULIO PIZANI | 12/02/2018 15h35
“A Previdência Social que queremos”, o objetivo é impedir a qualquer custo a aprovação, sequer a entrada em pauta, da reforma da Previdência, pois todos sabemos que o governo só quer utilzar o orçamento da previdência para compra de votos, como todos vimos acontecer com os PLN's votados na calada da noite e para livramento do dito presidente da república, com a liberação de trilhões para as emendas parlamentares, beneficiando assim a sonegação dos maiores devedores da Previdência Social.
renato braga da silva | 12/02/2018 14h10
Se a intenção fosse mesmo pensar no país, vocês seriam os primeiros a contribuir: deixariam de ganhar salários; deixariam de receber ajuda de custo; se a intenção de vocês fosse mesmo ajudar o país, acabariam com seus privilégios e não os "privilégios" dos trabalhadores. VERGONHA, VERGONHA, VERGONHA,...
Alcebiades Nunes Barbosa | 12/02/2018 13h50
A reforma da previdência deveria incluir também a reforma previdenciária do judiciário e do legislativo. Qual o percentual de contribuição para o INSS que os deputados e senadores descontam de seus salários? Outra questão é que a mim me parece que o cargo de deputado, senador e até mesmo presidente da República, governador ou prefeito não se configura como profissão e sim um cargo público temporário e que não deveria resultar em aposentadoria ao seu término. Poderia isto sim contabilizar para efeito de tempo de contribuição.
MARCO ANTÔNIO DE OLIVEIRA | 11/02/2018 15h08
Esta nova alteração é mais uma parte da mentira da reforma da previdência. É muito interesse em assunto só. Estou admirado com tanto empenho, parabéns SENHOR MICHEL TEMER E SEUS ALIADOS. Estas mudanças são ridículas como toda a proposta de reforma. Se é para angariar votos da bancada da bala, não acredito que eles serão tão idiotas a ponto de aceitar isto. FORA TEMER!Fora quem está contra o povo.
cosmo silva lemos | 10/02/2018 10h16
O certo seria o Governo federal entregar esta Previdência oficial ao setor privado, não podemos pagar déficits constantes deste sistema falido, em detrimento ao atendimento à saúde, Educação e obras estruturantes necessárias ao desenvolvimento e crescimento econômico. Que aprovem e minimizem o prejuízo. E com certeza, daqui a dez anos, terão que fazer outra Reforma Previdenciária e desta em ambiente político afastado do populismo e discursos fáceis da Oposição.
Celso Barros | 09/02/2018 15h32
No governo passado voltado para o socialismo pregava-se a implantação de um novo regime político a partir da destruição do poder patriarcal de forma a desconstituir a família,evitando-se a criação e a acumulação do patrimônio familiar voltado para os filhos,dependentes e outros descendentes.Até o incentivo de relações entre pessoas do mesmo gênero foi usado.Como Cristão foi muito difícil conviver com aquela situação.Agora,vem a nefasta Reforma da Previdência que propõe dar continuidade às pretensões passadas: – A destruição do poder patriarcal e a desconstituição das famílias.
André de Jesus Sarmanho dos Santos Freire | 09/02/2018 14h58
Essa reforma é a maior maldade e uma violência extrema contra as gerações futuras,pois estão querendo prever que todos os brasileiros viverão de 70 anos em diante,parece que tem pai des santo,guru ou um vidente parente do Nostradamus na folha de pagamento.Senhores,como já disse uma vez o respeitado espírita Divaldo Franco:o mal só prevalece no mundo por que a pessoas que estão do lado do bem consentem e não sabem o poder que têm,pois se quisessem acabariam com o mal em meia hora.Perceberam? Somos maoiria podemos renovar esse Congresso Nacional que hoje está nas mãos de pessoas do lado do mal.
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