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20/04/2017 16h41

Comissão especial inicia discussão do relatório da reforma da Previdência na terça-feira

marta amorim | 24/04/2017 20h02
Um absurdo o aumento do tempo de serviço público para quem está na regra de transição se aposentar.Dobrou.Passou de 10 para 20 anos, o que é injusto, pois quem está na regra de transição está bem perto da aposentador e planejou para se aposentar conforme as regras vigentes desde a emenda 41 (10 anos na carreira , 5 anos no cargo). Inclusive tem pessoas que trabalharam muito tempo contribuindo para o RGPS e depois foram para o serviço público e não têm mais idade para ficar trabalhando mais até completar os 20 anos. Deveria ser mantido os 10 anos para o servidor que está na regra de transição.
ulysses de mello filho | 24/04/2017 19h06
Surpreende a correria que o governo e seus aliados estão patrocinando para empurrar a aprovação das reformas (principalmente a da Previdência e a Trabalhista). Os cidadãos, estamos atônitos diante desse quadro político, onde o Congresso, diante de tanta denúncia se mostra sem legitimidade de fazer qualquer Reforma que irá influir tão drasticamente na vida da maioria da população. As reformas devem ser discutidas em 2018 com um novo presidente e um novo congresso !!!
Laelson Nunes da Silva | 24/04/2017 18h20
Senhor relator, percebo que na prática para os ingressantes antes de 2003 ficaram sem regra de transição visto que precisará atingir desde já a idade de 65 homens e 62 mulheres para garantir a paridade e integralidade. Considero isso como tratamento desigual e injusto, posto que o tratamento é assimétrico com os mais velhos. Pense que terá pessoas que há meses de se aposentar pelas regras atuais terá que trabalhar mais 10, 12 anos. Isso é insano e injusto. Ou tem regra de transição para todos ou não tem para ninguém.
Divalda Carmem Caleffi Benais | 24/04/2017 16h31
Porque tanta pressa, se para os deputados e senadores só vale para o próximo mandato. Seria Justo se fosse para todos iguais, mas a desigualdade das classes, a mais simples sempre será a punida.
Martha | 24/04/2017 16h16
Um casal de aposentados ganha mais que dois salários mínimos, pois cada um tem sua aposentadoria conquistada com trabalho e contribuição pelo valor do teto da previdência. Um deles falece. O sobrevivente vai ter sua renda diminuída pois pela nova regra,não se poderá acumular pensão com aposentadoria. O que os deputados esquecem é que a pessoa falece mas as despesas de uma casa não diminuem por mágica.Eu não entendo porque punir dessa forma o aposentado. Pensão e aposentadoria são benefícios distintos. No fim da vida vamos ter que depender dos filhos que já não conseguem emprego?
José Corrêa Ramos | 24/04/2017 14h14
O governo está desesperado para aprovar a reforma previdenciária porque a receita vai cair bastante com a terceirização, pois os salários dos empregados irão cair bastante, logo a receita diminui. Esse fato ninguém fala, vc cidadão pense nisso e cobre do seu deputado9.
Robson | 24/04/2017 13h47
Caso o governo queira o "apoio" da população, antes de gastar dinheiro com publicidade, que venha a público e explique apenas três questões: 1) Quais são as medidas de ajuste apresentadas pelo lado das receitas, como redução das isenções e renúncias previdenciárias, melhora dos serviços de fiscalização, agilidade na cobrança da dívida ativa previdenciária e reequilíbrio do financiamento do sistema rural? O governo foca apenas na redução das aposentadorias, na restrição das pensões e no aniquilamento da assistência social, devida a idosos e deficientes.
Robson | 24/04/2017 13h46
2) Diversas entidades atestam que, ao integrar a Seguridade Social, as áreas de Previdência, Saúde e Assistência Social estão cobertas por orçamentos superavitários. Isso é verdadeiro? 3) Os poderes públicos estão retirando recursos dos programas sociais para bancar juros e amortização da dívida pública?
IMPOSTO DE RENDA | 24/04/2017 13h46
MEIRELLES dê a sua cota de participação: 1) Não ao limite de gastos com educação no IR. Gastos com educação não representam um aumento de patrimônio, mas garantem o desenvolvimento intelectual da pessoa, de seus filhos e outros dependentes. Que pais é esse que não tem a educação como prioridade? 2)Tabela do Imposto de Renda em percentual inferior à inflação fere princípios constitucionais. >> Se o Meirelles não resolve, por favor senhores congressistas, faça virar Lei.
Acácio | 24/04/2017 13h40
Sr. Deputado. Comecei a trabalhar com 16 anos de idade, com quase 21 ingressei para a atividade policial da União. Agora, com 28 anos de contribuição previdenciária e restando exatos 2 anos pra me aposentar (entre 46 e 47 anos), me vejo na iminência de ser prejudicado em meus direitos e projetos de vida por essa PEC da previdência, que desconsidera/relativiza, entre outras coisas, o risco da atividade policial. Se a expectativa de vida da população brasileira tem aumentado, a do POLICIAL NÃO, haja vista a crescente onda de criminalidade que assola o país. Mudar os direitos dos brasileiros, já
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