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07/10/2016 15h08

Comissão aprova dispensa de carência em benefícios do INSS a portador de lúpus ou epilepsia

Fabio Lannoy | 06/02/2018 16h41
Li os comentários sobre pessoas que sofrem dessa patologia (epilepsia). Todos os casos são basicamente semelhantes, como a perca do emprego, ou os traumas sofridos com as convulsões e etc. Eu sofro desse mesmo mau desde quando eu tinha 17 anos e sofro até hoje, acho que a sociedade como um todo não esta preparada pra amparar pessoas que sofrem dessa patologia, consequentemente o benefício é merecido, pois a epilepsia afeta não apenas as pessoas que sofrem diretamente, mas as indiretamente também. Não quero dizer que deve haver uma marginalização, mas ter a ciência da periculosidade da doença
Aguinaldo nunes | 08/01/2018 00h43
descobri as 40 anos de idade que era portador de epilepsia, como tudo começou! as 3 anos de idade tive meningite, até os 21 asma constante, aos 13 tive catapora aos 16 tive caxumba, sem falar na dificuldade que tenho até hoje de memorização, ou seja de lembrar mones e números de pessoas, na escola passei o maior trabalho, uma dessa doença pode desencadear após os 40 anos de idade algum tipo de epilepsia, imagina todos todos estes fatos juntos! estou afastado já a 10 anos esperando me aposentar. espero que agora posso definitivamente me aposentar p/ poder voltar a ter um pouco de paz.
Andrew Gomes | 15/12/2017 08h40
Olá tenho eplepicia des dos 14 anos hoje tenho 24 tomo 2.000 miligramas de carbamazepina por dia e mesmo assim tenho crimes já perdi vários empregos por não estar apito só consigo emprego quando eu omito á verdade e mesmo assim tenho crises trabalhando e sou despenssado gosto de trabalha mas as empresas de hj nem uma aceita epletico o que posso fazer ??
Robero | 29/10/2017 10h25
Prezados Uma pessoa que tem epilepsia refratária, tendo realizado inclusive uma neurocirurgia sem resultados, não é deficiente? Uma pessoa que não é permitido o trabalho, pois as empresas negam o trabalho pois ela, é epilética não pode ser admitido na cota de deficientes? Mesmo que esta doença não tenha cura? Atenciosamente Roberto
THIAGO SOARES PEREIRA | 24/10/2017 02h50
Tenho crises de epilepsia todos os dias (no mínimo 4 crises). Tomo 1.620mg de remédios por dia e os exames dizem que está tudo normal. Tenho diversos neurologistas, mas nenhum encontra solução. O perito do INSS pediu para eu cruzar os braços e, após descruzar, disse que eu estava apto a trabalhar. Ninguém compreende. Sou louco para retornar ao trabalho (amo meu trabalho), mas minha própria gestão pediu meu afastamento. Entretanto, a humilhação nas agências do INSS é constante. Aprecio a boa vontade desta deputada, mas me resta esperar em Deus. "Os humilhados serão exaltados" TIAGO 4:10
fernanda candida | 21/09/2017 01h25
oi,tenho epilepsia enchaqueca convulsões problemas psíquicos tomo gardenal rivotril carbamazepina florexene e ainda tenho convulsões dormindo e enxaqueca constante como uma pessoa asdim trabalha?e muitas as vezes minha mente falga tenho pressao na cabeca e fico irritada e muito triste isso sera que tem como eu recorrer ao inss?pois ate passe livre com acompanhante consegui me ajudem por favor
Elenito | 29/08/2017 10h55
Tenho epilepsia desde os meus 16 anos,tomo 4 cumprimidos gardenal por dia,dois na manha e dois a noite,nunca recebi nada,uma vez tentei dar entrada no inss,me disseram que eu nao tinha direito,pois eu nao pago previdencia queria saber se tenho algum direito sim ou nao
tiago matos | 27/07/2017 16h17
Tenho epilepsia desde os meus quinze anos, depois que sai do meu primeiro emprego, nunca mais consegui outro, pois já na entrevista, fico nervoso e ansioso e acabo convulsionando ,passo parte do dia dormindo,pelo fato de que tomo três comprimidos de 250mg e mas 2 de 100, e fora outro que é de um outro problema de saúde que descobri a dois anos. Gostaria de saber como faço para dar entrada no auxilio
Gustavo Giorgis Santos | 14/07/2017 22h02
Olá, sou Químico Licenciado e atuei como professor durante 6 anos, no entanto fui exonerado do cargo, estou desempregado e me sinto incomodado em relação a inscrição em concursos públicos como portador de necessidades especiais, segundo a lei 8213/91. Como cidadão comum, tento disputar vagas em concursos normalmente. Mesmo sendo enfermo, ingerindo fármacos potencialmente danosos ao lado psíquico, devido ao sono demasiado e até mesmo outros sintomas. Mas... quero destacar o medo em ser aprovado em um concurso e não poder exercer o cargo, devido a enfermidade. O que fazer, disputar vagas como?
Pedro Baruque | 29/05/2017 14h18
Tenho epilepsia desdos meus 7 anos e ja tentei trabalhar só que tive convulsão no trapalho e fui mandado embora por conta disso. Já tive convulsão em casa e perdi os meus 3 dentes da frente. Quando tenho convulsões perco a memória, perco a visão entre outras coisas.Por conta disso tudo que acontece comigo quando tenho crises eu tive 4 surtos e gostaria de saber como faço para da entrada nesse auxílio doença.
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